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Impossível achar palavras exatas para descrever o sinto no dia de hoje. Na verdade não apenas hoje, mas ao longo de 2 meses e 4 dias.
Tentei por várias vezes (lê-se 8 drafts) postar não apenas sobre o quanto me senti mal e vazia com a morte do Michael, mas também sobre o quanto ele sempre foi especial pra mim. Desde que me entendo por gente, Michael sempre esteve acima de qualquer fato ou especulação. Cresci ouvindo o que queria e não queria a respeito dele e mesmo quando era o que muitos poderiam chamar de criança besta com 8/9 anos sempre pensei que além de ser O ARTISTA, o MJ era o tipo de pessoa grandiosa à qual nenhum outro ser poderia ser de fato comparado. E de quem eu nem mesmo consigo falar da maneira que realmente merecia. É algo como minha amiga Mari disse no Twitter:
[...] Sei lá, Michael era grande demais pra eu falar qualquer coisa sobre…
E agora? Hoje certamente deveria ser um daqueles dias onde eu tirava meus Off The Wall, Thriller e Bad em vinil da estante e colocaria pra tocar na velha radiola da minha avó. Também ouvia Dangerous e Blood On The Dance Floor até fazer com que minha mãe no auge de sua caretice começasse a dançar comigo também. Ou mesmo parar em frente a TV e assistir a todos os especiais em VHS ou DVDs até a vista cansar, fazendo todas as coreografias e ainda insistindo em tentar aprender o moowalking. É, hoje eu fiz isso, mas com um sentimento bem menos agradável dentro de mim. Com o mesmo vazio que toma conta de mim há pouco mais de dois meses… Sempre ficarei feliz por pensar nessa data como o dia em que uma das pessoas que mais amei (e vou amar) veio ao mundo. Sempre vou pensar nessa data e dizer: HAPPY B-DAY, MICHAEL!!!

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