Bem, ainda não sei o que fazer pra controlar esse meu mal terrível que é escrever muito. Então, se você vai clicar em Show, prepare-se.
Hello Kitty – Graças à minha tia/madrinha, desde o momento em que eu nasci que tenho coisinhas da Hello Kitty.

Pra vocês terem idéia, o meu mordedor era a cabeça da Hello Kitty com o famoso lacinho vermelho.

Maldade era eu morder aquela coisinha linda.

Sempre tive roupinhas, miniaturas, adesivos, papéis de carta, etc. Até os presentes que minha tia dava vinham embrulhados em papel de presente da Kitty.
Turma da Mônica – Aprendi a ler aos 3 anos e adivinha com o quê? Gibis da Turminha!
Hoje tenho mais de 400 exemplares e só não tenho mais porque estranhamente perdemos muitas coisas quando nos mudamos um vez. Tenho miniaturas, adesivos, brinquedos, etc até hoje. Tudo que era da Turma da Mônica eu pedia pra minha mãe comprar: biscoitos, gelatina, yogurt, chocolate, alfajor, pirulito, chiclete… Até hoje tenho crises de risos enlouquecidamente quando leio as historinhas mais antigas.
Os Chuquinhas – Eu simplesmente a-ma-va, e ainda amo, essas bonequinhas! O cheirinho, as roupinhas, os acessórios, a delicadeza delas… tudo era absolutamente perfeito! Não tinha um lançamento que aparecesse que eu não enloquecesse minha mãe pra comprar. Barbie – Alô!!! Qual garota em sua perfeita consciência que não adorava essa boneca e tudo relacionado à mesma? Ainda amo aquele universo pink de luxo-poder-glamour.
Só tinha uma coisa que eu não gostava, a casa da Barbie. Pois é! Meu pai me deu uma e em pouco tempo (tipo uns 7 meses) eu e minha irmã maltratamos a coitada. O fato é que eu gostava mais dos ambientes separados da casa, tipo as salas, quarto, cozinha, etc. Me dava mais mobilidade ao brincar.
Eu também era assinante da Revista da Barbie.
Atari – Sim, sim, eu ainda tenho o meu! Relíquia!
Passava hooooras na frente da TV com aqueles joguinhos de gráficos pra lá de deficientes, mas que até hoje acho super divertido. Quem tem hoje mais ou menos minha idade não lembra de Enduro, Pitfall, Pacman, Space Invaders, River Raid, etc? Lembro que até minha vó jogava horas comigo e era simplesmente maravilhoso. Adoro o PS2, o DS, o Wii, mas tem uns dias que eu preciso de um momento flashback e vou jogar no Atari.
Backstreet Boys, *N Sync, Spice Girls, Hanson e Britney Spears – Não dá pra lembrar da minha infância (e da minha adolescência, vida adulta e para sempre…) sem falar na trilha sonora.
Comecei a gostar dos Backstreet Boys em 1995 quando ouvi um remix de uma música deles na Joven Pan. Enlouqueci! E acho que continuo naquele estado até hoje.
Em 1997 vieram Spice Girls e Hanson juntos e me trouxeram alguns “brindes”: aprendi a tocar teclado unica e exclusivamente por causa do Taylor Hanson.
Já as Spice Girls me juntaram à 4 amigas e em nosso maior momento de “loucura” montamos um grupo cover (Dayvid, dessa você não sabia! Haha). Só durou dois anos, mas eu nunca me diverti tanto quanto naquela época.
Eu era a Victoria, claro. Já em 1998 vieram o *N Sync e a Britney Spears. Quando conheci o *N Sync me apaixonei instântaneamente pelo JC Chasez. E era apaixonada meeeesmo, não namorei com ninguém por muito tempo até esquecê-lo.
Já a Brit me fez voltar a gostar de algo que sempre amei mas havia deixado de lado por um tempo: a música. Fiz aula de canto por 3 anos e quando comecei a gostar da Britney surtei gravar minhas versões de algumas músicas dela. Alguns amigos escutaram, acharam que minha voz parecia com a dela e me incentivaram a voltar a cantar, nem que fosse na escola. Anos mais tarde, misteriosamente eu sumia todo domingo após a Igreja. O que eu fazia? Fui “cover” dela por um bom tempo. Já que eu cantava e sabia todas as coregrafias, não resisti a ser uma pop star por 20 minutos em todos os domingos durante um ano.
Eurodance – Não, eu não ia para raves, baladas ou coisas do gênero. O fato é que gosto de música eletrônica desde os 9 anos. Não conheci esse gênero sozinha, tive uma influência mais do que considerável de um primo mais velho que sempre trazia uns CDs muito legais quando passava as férias na minha casa. A gente também escutava Jovem Pan da hora que acordava a hora que ia dormir. Até hoje, não tem um dia em que eu não escute pelo menos umas 20 músicas dessa época.
Clueless – Minha mãe sempre disse que nasci estragada (fresca) e com a ajuda desse filme e do seriado a coisa desandou de vez.
Perdi as contas de quantas vezes assisti a esse filme quando cheguei em 32. Do seriado assisti poucos episódios porque passava em um horário bastante incoviniente, às 5:30 am. Era incrível como tudo na escola passou a ser simplesmente perfeito depois das meninas assistirem a esse filme.
Muito pink, meias no joelho e caneta de pluminha. AAAAMO!
Tamagotchi – Entre as crianças uma febre, para os adultos uma praga. A verdade é que eu não lembro de ter visto muitas crianças onde estudei sem um bichinho desses. Teve uma época em que chegou a ser proíbido na escola e eu contrabandeava o meu por debaixo da roupa. Era uma loucura quando todos aqueles bichinhos começam a pedir banho, comida, carinho, etc ao mesmo tempo.
Ganhei o primeiro em ‘97 e de lá pra cá me apaixonei por mais uma infinidade de outros modelos de bichinho virtual que aparecesse. Todos da foto ainda funcionam, o único problema do primeiro é que está sem os botões.
Tazos – Acredito seriamente que minha gastrite começou a se manifestar nessa época (’97).
Nunca comi tanto salgadinho na minha vida como nessa fase. Hoje não agüento nem sentir cheiro de Cheetos.
As coleções de Tazos eram mais populares entre os meninos, mas eu adorova. Até hoje tenho todos e tudo mais relacionado a eles: pega Tazos do Maskara (tenho 4 fechados ainda), porta Tazos, super Tazos, aquela almofadinha, álbum de Tazos, etc. Tirando as coleções de 2004 (Yu-Gi-Oh!) e 2005 (Dragon Ball Z), de ‘97 em diante tenho todas.
Já vi que muita gente já fez esse meme, e até uma variação dele. Se você ainda não fez e tiver vontade, me avisa se você fizer pra eu ir dar uma olhada.